Organizações que compõe a
RedeGOV

Prancheta 2

Associação Justiça, Paz e Democracia (AJPD) 

Fundada em Luanda em 2000, a AJPD alia assistência jurídica gratuita a vítimas de abusos a uma vigorosa agenda de advocacy por reformas institucionais. Seu histórico inclui monitorar julgamentos políticos, treinar defensores de direitos humanos em todo o território angolano e articular coligações para anistia de presos de consciência. A organização mantém um observatório de casos emblemáticos e intervenções no Conselho de Direitos Humanos da ONU. 

Prancheta 2

Associação OMUNGA 

Originária das ruas de Benguela, onde começou defendendo crianças em situação de vulnerabilidade, a OMUNGA transformou‑se num polo de jornalismo cidadão, educação cívica e vigilância de políticas públicas em Angola. Conhecida por mobilizar comunidades remotas, a entidade desenvolve observatórios de despesa municipal, produz documentários sobre violações de direitos e promove campanhas de responsabilização de autoridades locais, ampliando vozes tradicionalmente excluídas. Busca promover o surgimento de redes e plataformas a nível nacional e internacional de prevenção e partilha de boas práticas, em matéria de combate à corrupção, transparência e boa governação. Ao mesmo tempo, reforçar as capacidades de atuação das organizações. 

Prancheta 3

Centro de Integridade Pública de Moçambique (CIP‑MZ) 

Referência continental em análise de finanças públicas, o CIP‑MZ reúne economistas, juristas e repórteres para expor esquemas que drenam recursos do Estado. Seu trabalho foi crucial para revelar o escândalo das “dívidas ocultas” e impulsionar processos em três continentes. Além de relatórios técnicos, mantém plataforma de dados abertos sobre compras governamentais e promove capacitação de jornalistas investigativos em toda a África Austral. 

Prancheta 3

Centro de Integridade Pública de São Tomé e Príncipe (CIP‑STP) 

Em um dos menores países africanos, o CIP‑STP atua como sentinela das contas públicas, fiscalizando concessões petrolíferas, orçamento participativo e contratos governamentais. Liderado por uma equipe enxuta, produz relatórios independentes que balizam debates parlamentares e dialoga com iniciativas globais como a EITI, buscando inserir São Tomé e Príncipe em padrões internacionais de transparência energética. 

EG Justice

EG Justice

Com sede em Washington, nos Estados Unidos, e raízes firmes na Guiné‑Equatorial, a EG Justice exerce liderança internacional no monitoramento de cleptocracia, defesa de direitos humanos e litígios estratégicos ligados a crimes de corrupção. Reconhecida por sua expertise em sanções e repatriação de ativos, a ONG articula denúncias perante a ONU, tribunais norte‑americanos e instituições regionais africanas, ao mesmo tempo em que protege defensores locais sob risco e produz relatórios detalhados sobre governança e espaço cívico na Guiné Equatorial. 

Prancheta 3

Observatório da Democracia e Governança da Guiné‑Bissau 

ODG – Observatório da Democracia e Governança é conhecido  também pela alcunha de #ObserGui, uma iniciativa de cidadãos preocupados com a situação do país, visando contribuir para o bem estar da Guiné-Bissau, consequentemente do seu povo, observando os aspetos governativos, democráticos e dos direitos fundamentais. 

Prancheta 1

Observatório da Imprensa de Angola 

O Observatório da Imprensa e da Comunicação é uma organização da sociedade civil que visa monitorar e avaliar o desempenho da mídia em Angola. Esta avaliação é feita com base em pesquisa e análise. O Observatório guia-se pelos critérios do Direito Internacional dos Direitos Humanos sobre democracia, liberdade de expressão e de imprensa, assim como as diretrizes da UNESCO sobre uma imprensa livre, independente e ao serviço do desenvolvimento humano. 

Transparência Internacional - Brasil

Transparência Internacional – Brasil

Uma das principais referências do país em pesquisa, advocacy e mobilização social contra a corrupção, o capítulo brasileiro da Transparência Internacional atua desde 2016 com investigações de alto impacto, defesa legislativa e campanhas de engajamento público. A organização combina análises técnico-jurídicas sobre integridade pública com ações de comunicação massiva — como o Índice de Percepção da Corrupção — e presta suporte a jornalistas, órgãos de controle e movimentos cívicos em todo o país, buscando fortalecer a transparência, a prestação de contas e a participação cidadã. 

Prancheta 1

Transparência Internacional – Portugal

Criada em 17 de Setembro de 2010, representa a Transparency Internacional em Portugal e está também acreditada como Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD). É o Ponto de Contato da Sociedade Civil da Community of Democracies, membro da Tax Justice Network, da Whistleblowing International Network, da UNCAC Coalition, da Open Government Partnership Portugal, da Open Spending EU Coalition, e do Think Tank– Riscos de Fraude Recursos Financeiros União Europeia. No conjunto da sua atividade cívica, a associação promove a rticipação cívica, o acesso à informação, a transparência dos processos decisórios, a regulação eficaz dos sistemas, e a integridade das organizações.